O que são terapias holísticas, naturais e complementares?

Conheça as práticas que buscam o equilíbrio corpóreo, psíquico e social por meio de estímulos naturais, mediante a auto ajuda ou despertar da consciência do indivíduo sobre seu corpo e seu papel em seu meio.

Dia desses uma colega perguntou qual era o meu trabalho e, na maior naturalidade, respondi que era “Terapeuta Complementar e Holística”. Um termo que achei – ilusoriamente – que me protegeria do estereótipo de “esquisotérica”. Mas ledo engano, no mesmo instante seu semblante ficou confuso e ela soltou um belo: “Terapeuta o queeee????”. Foi aí que me dei conta de que precisaria rever a forma de me apresentar.

De acordo com o portal Luz da Serra, grande referência para meu trabalho, a terapia holística é aquela que segue os princípios do holismo (do grego holos que significa inteiro ou todo). Ou seja: trata o ser humano como um ser integral. Cátia Bazzan, autora do texto, explica que “A abordagem holística acredita que os elementos físico, emocional, mental e espiritual de cada pessoa forma um sistema e objetiva tratar de toda a pessoa em seu contexto, concentrando-se tanto na causa da doença como nos sintomas”.

No ocidente estamos habituados a tomar remédios alopáticos para os mínimos sintomas, quando na verdade, pequenas mudanças de hábitos poderiam elevar a qualidade de vida. Durante a história da humanidade, as práticas ancestrais da Medicina Tradicional Chinesa e a Medicina Ayurveda (Indiana) já provaram que novas atitudes perante o corpo e a mente, somados aos recursos oferecidos pela Mãe Natureza, é possível se prevenir de boa parte dos desequilíbrios.

É claro que ninguém é obrigado a sentir dor, no entanto, entender a razão da dor é fundamental para que ela não volte a causar desconfortos. Autores como Cristina Cairo e Luiz Antonio Gasparetto, apresentam um trabalho magnífico sobre as somatizações que o corpo sofre após acumular tensões dos mais diversos tipos. Resumindo: o corpo físico é apenas um reflexo dos outros corpos energéticos (explicarei sobre esse último no próximo artigo).

Para exemplificar, Cátia Bazzan explica que “a doença começa quando perdemos a fé em nós mesmos, quando não acreditamos em nossas capacidades e nos desligamos do ‘espírito’. Depois esta falta de fé, gerará pensamentos densos, confusos e negativos. Todo pensamento gera uma emoção. Portanto, se formos pessimistas, o pessimismo gerará mau humor, raiva, ressentimento ou alguma emoção negativa. E a própria física quântica já comprovou que todo o pensamento gera uma emoção”.

Alternativas de Reequilíbrio

As técnicas mais utilizadas por mim hoje são Reiki, Cristaloterapia,  Cromoterapia, Fitoenergética (energia das plantas), Essências Vibracionais, Arteterapia, Meditação Ativa, Massagem Tântrica e Neoreichiana, Oráculos Terapêutico e entre outras. Mas estas são apenas algumas das possibilidades dentro das terapias holísticas, naturais e complementares.

A eficácia de tais terapias foi validada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em março de 2017, quando passou a disponibilizar 19 práticas alternativas para cura e prevenção de doenças, sendo elas a: homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa/acupuntura, medicina antroposófica, plantas medicinais e fitoterapia e termalismo social/crenoterapia, arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e yoga.

Como resultado, as terapias complementares ajudam as pessoas a aliviar o stress físico, dores nas costas, previne e combate depressões, insônia, TPM, ansiedades e diversos outros bloqueios e desequilíbrios físicos, mentais, emocionais e até espirituais.

É importante saber que dentro do paradigma holístico e até mesmo legal, o terapeuta não é médico, nem doutor. Por isso não pode usar terminologias como paciente, receita, diagnóstico, doenças ou medicamentos. Um bom terapeuta, assim como qualquer profissional que queira servir e respeitar o próximo, bem como ajudar na evolução da humanidade, precisa especializar-se, ter uma boa formação, muita pesquisa e dedicação, pois estes são ingredientes essenciais para um bom profissional.

Terapia holística e o profissional

Para escolher um bom profissional, precisamos saber a sua procedência e as necessidades que nós temos. Caso o terapeuta seja bem recomendado, cumpre com todos os quesitos da legislação, tem seus alvarás em dia e um local apropriado para atender, podemos confiar. Entretanto se o terapeuta não fez uma boa formação, não tem alvará, atende em locais inapropriados, fica difícil dar credibilidade a ele e de receber os benefícios deste trabalho.

Então, se você tem interesse em cuidar do corpo, da mente e do espírito, pesquise mais e procure a terapia que mais lhe agradar. Conheça mais destas técnicas milenares de cura e equilíbrio e você verá o quanto elas auxiliam para a nossa saúde física e para o nosso bem-estar.

Fontes: Portal Luz da Serra e Ministério da Saúde.

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